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Delegação do Acre em NY traz plataforma Acre Climate e mostra que satélites e sensoriamento remoto são peça-chave contra queimadas 🛰️🌍

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Acre na 17ª Semana do Clima: vice-governadora Mailza Assis lidera delegação e apresenta a nova plataforma Acre Climate em Nova York — e há uma faceta astronômica nisso 🛰️🧵

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Por que astronomia? Observação da Terra via satélite — área que nasceu de pesquisas astronômicas e espaciais — é a espinha dorsal do monitoramento de queimadas, desmatamento e mudanças de uso do solo. Dados óticos, térmicos e radar mostram o que chão e nuvem escondem.

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Acre Climate promete análises espaciais inéditas: combinação de imagens de satélite + SIG para rastrear impactos. Boa notícia — mas faz falta garantir acesso aberto, capacitação técnica local e integração com ciência comunitária, não só dashboards bonitos.

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A delegação traz secretários e representantes dos povos indígenas. Isso é crucial: combinar conhecimento tradicional e validação em campo melhora modelos de detecção remota. Mas é preciso atenção à governança dos dados e aos direitos sobre imagens e mapas.

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Há ainda um ponto crítico: grande parte de imagens de altíssima resolução é comercial e concentrada em poucas empresas (Planet, Maxar). Se a proteção da Amazônia depende desses dados, a solução precisa de investimento público em observação e regras que democratizem o acesso.

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Reflexão final: astronomia e ciências espaciais oferecem ferramentas poderosas para ação climática — o desafio é transformar tecnologia em política pública inclusiva e sustentável. O Acre pode mostrar o caminho se priorizar abertura de dados, formação local e justiça ambiental.

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