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Resumo em 10 segundos

🥤 Consumo frequente de ultraprocessados pode favorecer obesidade, cáries e alterações metabólicas. O foco é criar rotina equilibrada, não proibir alimentos.

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🥤 Açúcar em excesso na infância pode aumentar os riscos de obesidade, cáries e problemas metabólicos ao longo da vida. A recomendação é reduzir a frequência de ultraprocessados e construir hábitos saudáveis desde cedo. 🧵

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Refrigerantes, biscoitos recheados, achocolatados e sobremesas industrializadas podem concentrar muito açúcar. Quando viram rotina, também podem substituir alimentos mais nutritivos no prato das crianças.

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O Ministério da Saúde recomenda que crianças menores de 2 anos não consumam açúcar nem produtos que o contenham. A orientação busca evitar a formação precoce de uma preferência intensa pelo sabor doce.

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Segundo a nutricionista Laís Bonafé, oferecer alimentos muito açucarados com frequência pode fazer com que frutas, legumes e outras opções nutritivas percam espaço na alimentação infantil.

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Na prática, vale olhar os rótulos: açúcar pode aparecer com nomes como sacarose, xarope de glicose, maltose e dextrose. A lista de ingredientes ajuda a comparar produtos e reduzir escolhas ultraprocessadas no dia a dia.

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A orientação não é transformar doce em culpa ou proibição absoluta. O ponto é diferenciar o que compõe a rotina — alimentos in natura ou minimamente processados — do que deve ficar para ocasiões pontuais.

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Também ajuda evitar balas e chocolates como recompensa, consolo ou forma de acalmar. Associar emoções e comportamento ao doce pode tornar esse padrão mais difícil de mudar depois.

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Hábitos alimentares se formam na infância e envolvem toda a família. Mais comida de verdade, variedade e atenção aos rótulos são medidas simples que protegem a saúde sem radicalismos.

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