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Resumo em 10 segundos

Freetown reuniu governos, tribunais e sociedade civil para fortalecer a justiça internacional — com vítimas no centro do debate. ⚖️🌍

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Freetown, em Serra Leoa, virou ponto de encontro da justiça global! ⚖️🌍 Países da África Ocidental e do Norte se reuniram com o Tribunal Penal Internacional para fortalecer a cooperação contra crimes atrozes. 🧵

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O seminário, realizado em 22 e 23 de outubro, reuniu representantes de Benim, Costa do Marfim, Gâmbia, Guiné-Bissau, Mauritânia, Nigéria, Senegal, Serra Leoa e Tunísia — além de organizações regionais e sociedade civil.

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A ideia é poderosa: a justiça internacional não depende só do TPI. Tribunais nacionais, promotores, governos, CEDEAO, União Africana e comunidades podem atuar juntos para que crimes graves não fiquem sem resposta.

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O ministro da Justiça de Serra Leoa, Alpha Sesay, resumiu o objetivo: cooperar com o Tribunal e, ao mesmo tempo, fortalecer os próprios tribunais do país — para que a justiça esteja cada vez mais acessível perto de quem precisa dela.

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Também houve espaço para falar de reparação. O Fundo em Benefício das Vítimas reforçou um ponto essencial: justiça não termina numa condenação. Apoio, reconhecimento e reconstrução da vida das vítimas fazem parte do caminho.

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Em tempos de pressão sobre instituições multilaterais, a mensagem de Freetown é animadora: ninguém deve estar acima da lei — e cooperação regional pode transformar esse princípio em proteção real, paz duradoura e dignidade para mais pessoas.

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