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Resumo em 10 segundos

De senhas e reuniões à pesquisa de medicamentos, agentes de IA já saem do chat e entram na operação. 🤖🧵

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Agentes de IA já estão trabalhando em empresas: redefinem senhas, marcam reuniões, investigam falhas e apoiam pesquisas de medicamentos. 🤖🧵 A mudança não é só usar um chatbot: é delegar processos inteiros, com acessos e limites definidos.

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A diferença importa: assistentes tradicionais aguardam perguntas. Agentes recebem um objetivo e percorrem etapas para concluí-lo — consultam sistemas, organizam dados e acionam fluxos. Isso promete produtividade, mas amplia o risco quando o processo erra.

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Na Tecban, responsável pelo Banco24Horas, havia cerca de 80 agentes de IA e 98 casos de uso registrados em maio de 2026, segundo dados divulgados pela Microsoft. Eles ajudam, por exemplo, a reunir informações para investigar incidentes de tecnologia.

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O número mais chamativo: mais de 12,6 mil horas de assistência aos funcionários. Mas “horas assistidas” não explicam tudo. Foram horas poupadas de burocracia ou atividades transferidas sem preparo, transparência e revisão humana suficientes?

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A meta da Tecban é ter ao menos um agente por equipe. Escalar parece lógico, mas cada novo agente também é um novo ponto de acesso a dados, regras e decisões. Governança não pode entrar depois do piloto: precisa nascer junto com ele.

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Na americana Pronto Housing, a agente Alice agenda reuniões, acompanha pendências, redige contratos e escreve código. A CEO diz que decisões e revisões seguem com pessoas. Esse é o ponto-chave: autonomia operacional não pode virar terceirização cega de responsabilidade.

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A Johnson & Johnson leva agentes para uma fronteira ainda mais sensível: a descoberta de medicamentos. Se bem validados, podem acelerar ciência; se mal auditados, podem propagar vieses e erros em escala. A pergunta deixou de ser “a IA consegue?” — e passou a ser “quem responde pelo resultado?”.

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