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Agosto de 2025 foi o 3º mais quente já registrado 🌍🌡️ — calor, incêndios e oceanos quentes mexem direto com nossa saúde. 🧵

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Agosto de 2025 foi o 3º mais quente já registrado no mundo 🌡️🧵 Isso não é só número: ondas de calor, incêndios e oceanos anormalmente quentes têm efeitos diretos na saúde, nos serviços médicos e na vida das pessoas mais vulneráveis.

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O serviço Copernicus relata que o sudoeste da Europa viveu a terceira grande onda de calor do verão, com incêndios florestais excepcionais — enquanto os oceanos permanecem quentes. Samantha Burgess, do Copernicus, alerta que esses padrões tornam extremos climáticos mais frequentes.

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Calor extremo eleva riscos de exaustão e golpe de calor, agrava doenças cardiovasculares e respiratórias e aumenta hospitalizações. Idosos, crianças, gestantes, pessoas em situação de rua e trabalhadores ao ar livre são especialmente vulneráveis.

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Os incêndios provocam fumaça que piora asma e doenças pulmonares: partículas finas atravessam regiões e aumentam atendimentos de emergência. No sudoeste europeu houve pico nos casos respiratórios durante as ondas de calor.

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Medidas de adaptação que salvam vidas: centros de resfriamento, distribuição de água, sombras urbanas, plantio estratégico e sistemas de alerta precoce. É essencial que essas ações cheguem primeiro a quem tem menos acesso a proteção.

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Mitigação e políticas públicas andam juntas: reduzir emissões é a resposta estrutural, mas saúde pública precisa de financiamento, regulação de poluentes e proteção a trabalhadores. Não dá para deixar só o mercado decidir prioridades de saúde coletiva.

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Reflexão final: se agosto de 2025 já esteve entre os mais quentes, cada nova onda de calor é uma crise de saúde pública em construção. Investir em prevenção e equidade não é luxo — é questão de vida. Como protegemos quem mais precisa, hoje e amanhã?

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