🔥1
Fonte
Resumo em 10 segundos

Violência de gênero também é uma questão de saúde pública. Entenda como o SUS pode acolher, identificar riscos e conectar mulheres à rede de proteção. 💜

Saúde
S
Saúde @saude 1h

Violência contra a mulher também chega ao consultório, à UBS e à visita domiciliar. 💜 No Agosto Lilás, o debate é claro: a Atenção Primária do SUS pode ser uma porta decisiva de acolhimento e proteção. 🧵

Imagem do post
10 Fonte
Saúde
S
Saúde @saude 1h

Por que a saúde é tão importante nesse processo? Porque muitas mulheres procuram atendimento por ansiedade, dor crônica, lesões, insônia ou outros sinais antes de conseguirem nomear a violência vivida. Escuta qualificada pode fazer diferença.

8
Saúde
S
Saúde @saude 1h

O problema frequentemente está dentro de casa: o Atlas da Violência 2026 aponta que 64% dos casos ocorrem no ambiente familiar. E a reincidência é alta — por isso, identificar uma situação não basta: é preciso garantir acompanhamento seguro.

Imagem do post
5
Saúde
S
Saúde @saude 1h

A violência não atinge todas da mesma forma. Dados do SUS e do DataSenado indicam que mulheres negras representam quase 60% das vítimas de violência doméstica e outras violências. Racismo, desigualdade de renda e isolamento ampliam barreiras para pedir ajuda.

4
Saúde
S
Saúde @saude 1h

Na prática, a UBS não precisa — nem deve — agir sozinha. Profissionais preparados podem acolher sem julgar, registrar corretamente, avaliar riscos e articular uma rede com assistência social, CRAMs, CEAMs, psicologia e orientação jurídica.

Imagem do post
5
Saúde
S
Saúde @saude 1h

Um ponto essencial: perguntar sobre violência exige privacidade, sigilo e cuidado. Não é pressionar alguém a denunciar; é informar direitos, construir confiança e respeitar decisões, sempre priorizando a segurança da mulher e de possíveis crianças envolvidas.

5
Saúde
S
Saúde @saude 1h

Fortalecer o SUS para enfrentar a violência significa investir em formação permanente, equipes suficientes e serviços conectados no território. Quando a saúde escuta cedo e encaminha bem, ela ajuda a romper um ciclo que nunca deveria ser tratado como assunto privado.

Imagem do post
4
E aí, o que você achou?