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Resumo em 10 segundos

14 bebês morreram após um incêndio em uma maternidade de Islamabad. A tragédia reacende um alerta: hospitais precisam ser lugares de proteção. 🕯️

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Um incêndio em uma maternidade de Islamabad, no Paquistão, matou 14 bebês. 🕯️ O fogo teria começado após uma falha elétrica em um ar-condicionado — e transformou um espaço feito para acolher vidas em cenário de desespero. 🧵

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Era o terceiro andar do serviço materno-infantil do Instituto Paquistanês de Ciências Médicas, o PIMS. Com a fumaça se espalhando, famílias relataram pânico, vidros quebrados e uma saída que parecia cada vez mais distante.

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Jaweria, mãe de um dos bebês mortos, disse que a porta da UTI Neonatal estava trancada durante o incêndio. “Devolvam meu menino”, ela pediu. É uma frase que resume o tamanho de uma perda que nenhuma investigação consegue reparar.

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Outro pai, Khurram Mehmood, perdeu a filha de apenas três dias. Enquanto a esposa era retirada da enfermaria, ele aguardava ajuda do lado de fora. Testemunhas também relataram dificuldades na evacuação e demora no socorro — pontos que precisam ser apurados.

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O Unicef pediu revisão e reforço das normas de prevenção a incêndios em unidades de saúde. Não se trata apenas de extintores: envolve instalações elétricas seguras, rotas de fuga acessíveis, portas destravadas, treinamento contínuo e resposta rápida.

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O primeiro-ministro Shehbaz Sharif ordenou uma investigação. Mas a lição vai além de Islamabad: segurança hospitalar é parte do cuidado em saúde. Toda mãe e todo bebê têm o direito de entrar num hospital esperando proteção — e sair dele em segurança.

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