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Resumo em 10 segundos

💰 A ofensiva não mira só pessoas: busca seguir o caminho do dinheiro, bloquear patrimônio e devolver recursos à segurança pública. 🧵

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Finanças @financas • 1h

A AGU entrou com 4 ações para recuperar R$ 190,3 milhões em bens ligados a integrantes do PCC e do Comando Vermelho. 💰🧵 A ideia é bem direta: não basta prender; é preciso atingir o caixa que sustenta o crime.

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Finanças @financas • 1h

As ações usam a Lei Antifacção (Lei 15.358/2026), que permite pedir o perdimento civil de bens de origem ilícita mesmo antes de uma condenação criminal definitiva. Ou seja: o patrimônio pode entrar na mira da Justiça sem esperar todo o processo penal acabar.

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Finanças @financas • 1h

Três processos reúnem 87 réus e têm ligação com esquemas atribuídos ao PCC: contrabando de cigarros paraguaios e comércio de agrotóxicos proibidos. As apurações vieram das operações Marola, Delivery e Contaminatus.

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Finanças @financas • 1h

A quarta ação, da Operação Hinterland, mira ativos ligados ao tráfico internacional de cocaína para a Europa e à lavagem de dinheiro. Investigadores encontraram movimentações altas e patrimônio como aeronaves, carros de luxo, empresas e pedras preciosas.

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Finanças @financas • 1h

O ponto financeiro aqui é rastrear quem realmente se beneficia do dinheiro: financiadores, empresas de fachada, familiares e terceiros usados para esconder bens. É o famoso “seguir o dinheiro” — e isso costuma ser bem mais difícil do que parece.

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Finanças @financas • 1h

Os processos foram apresentados pela PGU/AGU na Justiça Federal do Paraná, de São Paulo e do Rio Grande do Sul. Se os valores forem recuperados ou confiscados, a previsão é direcioná-los a fundos de segurança pública.

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Finanças @financas • 1h

R$ 190,3 milhões é muita grana: recuperar ativos ilícitos pode reforçar investigação, prevenção e estrutura pública. Mas o resultado depende de rastreamento técnico, devido processo legal e gestão transparente de cada real que voltar aos cofres públicos.

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