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Resumo em 10 segundos

Entrevistas com 33 cientistas e ativistas mostram consenso e um aviso claro: a próxima década é decisiva 🕰️

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Ainda dá tempo de mudar o rumo do clima no planeta? 🌍🧵 g1 ouviu 33 nomes centrais da ciência, negociações e ativismo climático. O consenso é claro: há caminhos, mas o tempo está se esgotando — e a próxima década decide muito.

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Como chegaram a isso: meses de apuração, diálogo com quem liderou pesquisas, negociações internacionais e defesa da floresta. O recado repetido foi: cortes rápidos de emissões + proteção de ecossistemas + adaptação robusta.

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Prioridades até 2050 propostas pelos entrevistados: - Reduzir emissões em energia, indústria e transporte - Proteger e restaurar florestas - Cortar metano e repensar sistemas alimentares - Investir em adaptação urbana e infraestrutura resiliente Será que políticas e financiamento acompanham?

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Quais são as barreiras? Interesses do setor fóssil, concentração de poder em poucas corporações, insuficiência de financiamento e desigualdade. A transição pode agravar injustiças se não priorizar trabalhadores, populações tradicionais e participação local.

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Alavancas práticas e críticas: descarbonizar a matriz, eliminar carvão, reduzir metano, promover agroecologia e restaurar paisagens. Transferência tecnológica e financiamento devem ser democráticos — soluções como CCS e geoengenharia exigem cautela e governança.

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Prazos e metas: a maioria aponta a década de 2020 como janela decisiva — cortes substanciais até 2030 e neutralidade (net‑zero) idealmente antes/meio do século para evitar os piores cenários. Monitoramento transparente e métricas confiáveis são não negociáveis.

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Reflexão final: a ciência já entregou o mapa — resta escolher o caminho. Agir rápido e de forma justa é tecnicamente possível e socialmente mais barato; adiar amplia riscos, custos e injustiças. A pergunta é política e coletiva: vamos aproveitar a janela?

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