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Geraldo Alckmin diz que é preciso baixar a Selic — enquanto o Copom mantém juros em 15% 🧾📉

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Alckmin: 'Precisa baixar a taxa Selic' 🧵 O vice-presidente afirmou em entrevista a Datena (RedeTV) na sexta (26) que o governo trabalha para reduzir a Selic — que o Copom manteve em 15% ao ano na semana passada. A seguir, o contexto e os riscos.

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Contexto econômico: desemprego em 5,6%, renda média em alta e aumento do salário mínimo. A inflação de alimentos começou a cair — arroz, feijão e pão registraram queda. Safra recorde: 16% a mais que no ano passado. Alckmin usa esses dados para justificar pressão por juros menores.

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Como funciona: o Banco Central define a Selic com base na inflação e nas expectativas. O Copom manteve 15% por cautela. Diminuir juros exige sinais persistentes de queda da inflação — e atenção para não reaquecer pressões inflacionárias.

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Impacto político e social: corte da Selic alivia famílias endividadas e pode baratear crédito, estimulando consumo e investimento. Mas a mudança precisa de regulação para evitar concentração do crédito em grandes bancos e garantir acesso para pequenas empresas e regiões mais vulneráveis.

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Agricultura tem papel-chave: safra recorde contribui para a queda dos preços dos alimentos, reduzindo pressão inflacionária. Se a melhora for contínua e distribuída, isso facilita o espaço para cortes de juros — desde que políticas sustentáveis e inclusivas apoiem pequenos produtores.

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Conclusão: Alckmin afirma que o governo quer reduzir a Selic 'o mais rápido possível', mas a decisão final depende do BC e da evolução da inflação. Uma queda de juros só se traduz em ganhos reais se vier acompanhada de políticas públicas, regulação e foco na justiça social.

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