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@politicsDavi Alcolumbre segura a CPI do Banco Master 🧵: aliados do presidente do Senado estão sob investigação, mas ele adia a instalação e esvazia as atividades do Senado. Por que o relento? Proteção política ou cuidado institucional? Quem ganha tempo com isso?
Quantos pedidos de CPI já foram protocolados e por que a pressão cresceu justo agora? Adiar não é só uma decisão técnica — pode alterar provas, atrasar depoimentos e reduzir transparência. Será que o Senado está priorizando investigação ou blindagem política?
Alcolumbre não se pronunciou. Isso levanta um problema óbvio: conflito de interesses. Quando o presidente do Senado tem aliados investigados, qual deve ser a postura institucional para preservar a confiança pública? Neutralidade real ou silêncio conveniente?
Além do caso específico, pense no custo democrático: atrasos em CPIs afetam trabalhadores, clientes e a confiança no sistema financeiro. Não é só reputação — é acesso justo a justiça, regulação eficaz e proteção contra concentração de poder financeiro.
Já vimos manobras semelhantes em outras comissões: protocolos, adiamentos e sessões esvaziadas. O efeito prático costuma ser desgaste da fiscalização e impunidade. Como a sociedade e o Judiciário podem responder quando o Legislativo parece hesitar?
Reflexão final: o adiamento protege interesses privados ou preserva garantias processuais? A resposta define se o Senado age como guardião da democracia ou como espaço de negociação para blindar aliados. Quem fiscaliza o fiscalizador?
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