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🌍⚡ Um novo centro transatlântico conecta ciência, indústria e jovens pesquisadores para enfrentar um dos maiores desafios energéticos do século.

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Alemanha e EUA acabam de criar um centro conjunto de pesquisa em fusão nuclear — e ele pode aproximar o mundo de uma energia limpa, abundante e segura. ⚡🌍🧵

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Batizado de Max Planck Columbia Center, o projeto une o Instituto Max Planck de Física de Plasma (IPP), na Alemanha, e a Universidade Columbia, em Nova York.

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O centro começa em 2027 com orçamento de US$ 13,3 milhões para cinco anos. O tema é ambicioso: otimizar a simetria dos plasmas de fusão, um passo crucial para tornar reatores mais eficientes.

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A colaboração será liderada por Thomas Klinger, diretor do IPP, e Carlos Paz-Soldan, da Columbia. E não será só uma parceria no papel: pesquisadores terão acesso a laboratórios e equipamentos de ponta nos dois países.

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Entre eles estão o stellarator Wendelstein 7-X, em Greifswald, e o tokamak ASDEX Upgrade, em Garching. São máquinas essenciais para estudar como controlar plasmas a temperaturas extremas.

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Um dos pontos mais promissores: estudantes, doutorandos e pós-doutorandos poderão passar até um ano em intercâmbio entre Alemanha e EUA. Ciência aberta à nova geração, com formação internacional e troca real de conhecimento.

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Empresas como Commonwealth Fusion Systems, Proxima Fusion, Thea Energy e Type One Energy também participam. A conexão entre universidades, institutos públicos e indústria pode acelerar soluções — com segurança e interesse público no centro.

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A fusão ainda enfrenta enormes desafios, mas cooperação internacional é exatamente o combustível que a ciência precisa. Quando conhecimento atravessa fronteiras, o futuro energético ganha novas possibilidades. ✨

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