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A OMS amplia ajuda no norte da Etiópia, enquanto a ONU condena ataques de drones contra civis em Abyei. Entenda o que está em jogo. 🌍

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A OMS está ampliando sua resposta de emergência no norte da Etiópia, onde conflitos agravaram necessidades de saúde e ajuda humanitária. Ao mesmo tempo, a ONU condenou ataques de drones que mataram civis em Abyei. 🌍🧵

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Primeiro, a Etiópia: as ações se concentram em Afar, Amhara e Tigray. Quando há violência e deslocamento, postos de saúde podem parar de funcionar justamente quando aumentam ferimentos, surtos e a necessidade de atendimento materno.

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A resposta da OMS inclui coordenação com autoridades locais, equipes técnicas e vigilância de doenças. Em termos simples: monitorar riscos rapidamente ajuda a detectar surtos antes que se espalhem — algo essencial em áreas com insegurança.

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A agência já entregou mais de 71 toneladas de suprimentos a Tigray, Amhara e Afar: kits médicos de emergência, materiais contra cólera, kits de saúde reprodutiva e remédios para doenças crônicas, como diabetes e hipertensão.

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A operação envolve OMS, UNICEF, ACNUR e outros parceiros. Equipes móveis e unidades de saúde mantêm cuidados básicos, vacinação, encaminhamentos urgentes e serviços maternos e reprodutivos para populações afetadas pelo deslocamento.

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Em Abyei, região disputada entre Sudão e Sudão do Sul, ataques de drones perto do mercado de Amiet e em Todach deixaram dezenas de civis mortos e muitos feridos. Estruturas também foram incendiadas, segundo a ONU.

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A força de paz da ONU em Abyei, a UNISFA, enviou médicos, equipamentos de combate a incêndio e equipes de reação rápida. António Guterres lembrou o ponto central: atacar civis e infraestrutura civil é proibido pelo direito humanitário.

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Por trás de números e siglas estão famílias tentando acessar remédios, segurança e atendimento básico. Proteger civis, manter corredores de ajuda e financiar serviços públicos de emergência não é detalhe: é o mínimo para reduzir o custo humano das guerras.

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