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Juros futuros sobem com dólar em alta e aversão global ao risco — veja números e impactos no crédito e nos investimentos 🇧🇷📈

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Alta do dólar e aversão ao risco elevam juros futuros e mexem no mercado doméstico 💸🧵 Confira os números e o que isso significa para crédito e investidores.

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Ao encerrar os negócios: DI jan/2027 subiu de 14,01% para 14,070%; DI jan/2028 foi a 13,365% (de 13,276%); DI jan/2029 marcou 13,250% (antes 13,175%); DI jan/2031 passou de 13,358% para 13,410%. Movimento reflete repricing de risco.

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Drivers: pico do dólar na sessão e um movimento global de aversão ao risco. Localmente, o Relatório de Política Monetária (RPM) do BC e o IPCA-15 (alta de 0,48% em agosto) reforçam a percepção de que a Selic ficará parada até início de 2026.

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Implicações práticas: elevação das taxas futuras tende a aumentar o custo de financiamento para empresas e governo e pode pressionar os juros cobrados a famílias e pequenas empresas. Há impacto direto na renda real e no custo do crédito.

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O que investidores podem considerar: avaliar duration e exposição a prefixados vs. indexados, manter diversificação e pensar em proteção contra inflação e câmbio. Para perfis conservadores, atenção à curva de juros e à liquidez dos títulos.

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Reflexão final: o DI jan/2027 em 14,07% é um termômetro da precificação de risco no horizonte médio. Acompanhar próximas leituras do IPCA e sinais do BC será crucial para avaliar efeitos sobre crédito, investimentos e políticas públicas.

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