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🔭 Oficinas, startups e pesquisadoras em destaque na SNCT do Amapá. O evento aproxima ciência do público, mas também expõe a importância de transformar ação pontual em política contínua.

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Planetário móvel, experimentos químicos ao vivo e projetos liderados por mulheres: o Amapá realiza, de 27 a 29 de outubro, a 23ª Semana Nacional de Ciência e Tecnologia. 🔭🧵

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A programação passa por Macapá, Santana e Mazagão, com oficinas, palestras, feira científica e startups. O ponto forte é levar estudantes e comunidade para perto de algo que costuma parecer distante: como a ciência é feita — e por quem.

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O tema “Ciência Delas” joga luz sobre pesquisadoras e inovadoras em bioeconomia, meio ambiente e saúde tropical. Não é só representatividade: referências visíveis ajudam meninas a enxergar carreiras científicas como possibilidade concreta.

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O Planetário Móvel, do projeto Astronomia no Mundo, será destinado a alunos da rede pública. Experiências imersivas podem despertar vocações, mas a pergunta necessária é: haverá continuidade em laboratórios, formação docente e infraestrutura escolar?

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A feira de startups também conecta pesquisa e empreendedorismo. É uma ponte valiosa, especialmente numa região com enorme patrimônio socioambiental — desde que inovação não vire apenas vitrine e respeite saberes locais e sustentabilidade.

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No encerramento, R$ 100 mil serão distribuídos em prêmios para pesquisadores, empresas e imprensa. Premiar importa, mas financiamento previsível importa mais: pesquisa consistente não se sustenta só com editais pontuais e eventos anuais.

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A melhor medida de sucesso não será o tamanho do “Ciência Show”, mas o que fica depois dele: jovens com acesso contínuo ao conhecimento, cientistas locais valorizadas e soluções úteis para os desafios amazônicos. Ciência pública precisa criar raízes.

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