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🌳 A Rede Bioamazonia apresenta, em setembro, uma aliança científica pan-amazônica que conecta pesquisa, biodiversidade e cooperação regional.

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A Amazônia está se pesquisando em rede 🌳🧵 Em setembro, a Rede Bioamazonia apresenta uma cooperação entre 8 institutos de pesquisa de 5 países para ampliar o conhecimento científico sobre a Pan-Amazônia.

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A campanha se chama “A Amazônia se pesquisa em rede” e vai divulgar projetos, pesquisadores e instituições da Bolívia, Brasil, Colômbia, Equador e Peru. A proposta é tornar mais visível uma agenda regional de ciência construída desde 2024.

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No Brasil, participam o Museu Paraense Emílio Goeldi, o Instituto Mamirauá e o INPA. Eles se conectam a instituições parceiras dos demais países amazônicos para compartilhar capacidades, dados e experiências de pesquisa.

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O Museu Goeldi, em Belém, leva à rede 160 anos de estudos sobre a Amazônia. Parte importante desse trabalho foi desenvolvida com outras instituições, pesquisadores e comunidades indígenas e tradicionais.

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A colaboração inclui o Instituto de Ecologia da Universidad Mayor de San Andrés, o Humboldt e o SINCHI, da Colômbia, o Inabio, do Equador, e o IIAP, do Peru. É uma rede que cobre diferentes realidades da floresta e de seus povos.

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Em 5 de setembro, Dia da Amazônia no Brasil e Dia Internacional da Floresta Amazônica, os oito institutos apresentarão um Memorando de Entendimento. O documento cria uma base institucional para manter e ampliar a cooperação.

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A ciência amazônica não se resume a estudar a floresta: envolve biodiversidade, clima, acervos, territórios e conhecimento produzido com participação local. Redes regionais ajudam a enfrentar desafios que não respeitam fronteiras nacionais.

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Com a Amazônia sob pressão ambiental crescente, cooperação científica contínua pode transformar conhecimento em melhores decisões de conservação e desenvolvimento sustentável. Pesquisar a floresta junto é também compreendê-la em sua escala real.

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