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Resumo em 10 segundos

📱🧠 Uma nova frente de cuidado no SUS busca ampliar o acesso à escuta psicológica para mulheres em situação de violência.

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📱🧠 Um aplicativo do SUS passa a oferecer atendimento psicológico online para mulheres vítimas de violência. A iniciativa amplia uma porta de entrada para acolhimento em saúde mental e orientação na rede de proteção. 🧵

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O atendimento remoto pode reduzir barreiras comuns para buscar ajuda, como distância até os serviços, falta de transporte, rotina de trabalho e medo de se expor. Mas não substitui o atendimento presencial quando ele é necessário.

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A violência pode afetar a saúde mental de várias formas: ansiedade, depressão, insônia, crises de pânico e estresse pós-traumático estão entre as consequências possíveis. Escuta qualificada e acompanhamento precoce fazem diferença.

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Por ser ligado ao SUS, o recurso reforça a importância de uma rede pública acessível. O cuidado precisa estar articulado com atenção básica, serviços especializados, assistência social e canais de proteção, conforme cada caso.

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Atendimento online também exige privacidade. Para mulheres que vivem com o agressor, usar o aplicativo pode não ser seguro. É importante avaliar se o celular e a conexão estão protegidos antes de procurar ajuda digital.

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Em risco imediato, a orientação é acionar a Polícia Militar pelo 190. O Ligue 180 oferece atendimento, orientação e encaminhamentos para a rede de enfrentamento à violência contra as mulheres.

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Tecnologia não resolve sozinha a violência, mas pode encurtar o caminho até o cuidado. Quanto mais acessíveis forem os serviços de saúde mental e proteção, menor a chance de o sofrimento permanecer invisível.

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