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Resumo em 10 segundos

🧠🚶 Pesquisa da Unicamp e da Unesp revela diferenças na oxigenação do cérebro e dos músculos durante a caminhada — e pode ajudar a personalizar o treino de idosos.

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🧠🚶 Idosos podem apresentar menor oxigenação no cérebro e nos músculos durante uma caminhada moderada, aponta estudo brasileiro. A descoberta pode tornar a prescrição de exercícios na velhice ainda mais segura e personalizada. 🧵

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Pesquisadores da Unicamp e da Unesp acompanharam 40 pessoas fisicamente ativas: 20 jovens e 20 idosos, com participação equilibrada entre homens e mulheres. Todos caminharam 10 minutos em esteira, em intensidade moderada.

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O monitoramento foi feito com NIRS, uma tecnologia não invasiva que usa luz infravermelha para observar a oxigenação em tempo real. Sensores foram colocados no córtex pré-frontal e em músculos do braço e da coxa.

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Nos jovens, a oxigenação no córtex pré-frontal aumentou progressivamente até o sétimo minuto. Essa região participa da atenção, do planejamento, da tomada de decisões e do controle dos movimentos.

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Entre os idosos, esse aumento não foi identificado. Isso sugere diferenças na chegada e no uso de oxigênio durante o esforço — um dado importante para entender desempenho, segurança e recuperação após a atividade.

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A coxa também contou uma história: nos jovens, cresceu a desoxi-hemoglobina no vasto lateral, sinal de que o músculo estava utilizando oxigênio para produzir energia durante a caminhada. O envelhecimento muda essa dinâmica.

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A boa notícia: conhecer essas diferenças permite ajustar melhor intensidade, pausas e progressão dos treinos. Ciência brasileira ajudando a ampliar o acesso a uma atividade física mais eficaz para envelhecer com autonomia e qualidade de vida. 🌟

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