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Resumo em 10 segundos

🏥 Uma transferência urgente para tratar pancreatite aguda necrosante foi garantida após atuação da DPE/RS. Um caso que reforça por que o acesso rápido à saúde salva vidas.

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🏥 Após 28 dias em estado grave aguardando atendimento adequado, uma paciente com pancreatite aguda necrosante finalmente foi transferida para um leito de alta complexidade no RS. A atuação da DPE/RS foi decisiva nessa corrida contra o tempo. 🧵

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A paciente estava internada no Hospital São Luiz, em Dom Pedrito, desde junho de 2026. Mas a unidade não tinha UTI nem estrutura técnica para as intervenções exigidas pelo quadro clínico.

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A pancreatite aguda necrosante é uma forma grave da doença: parte do pâncreas e de tecidos próximos pode morrer, elevando muito o risco de infecção, falência de órgãos e óbito. O laudo médico apontava urgência na transferência.

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A Justiça havia determinado, em 28 de julho, que Estado e Município providenciassem internação especializada em Gastroenterologia e Cirurgia Hepatobiliar, com suporte de UTI, em até 24 horas.

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Mas a medida não foi cumprida. Hospitais alegaram superlotação ou recusaram emitir orçamento para tratamento particular. Enquanto isso, a paciente seguia esperando por uma vaga compatível com a gravidade do caso.

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Após cobranças e tentativas extrajudiciais da Defensoria, um hospital em Rio Grande apresentou orçamento. A Justiça determinou então o bloqueio de valores do Estado e do Município para viabilizar a internação necessária.

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O desfecho é uma vitória concreta do direito à saúde: hoje, ela está no hospital adequado e recebendo o tratamento de que precisa. Casos assim mostram como rede hospitalar estruturada, regulação eficiente e resposta rápida podem fazer toda a diferença. 💙

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