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🧠 Atendimento psicológico, avaliação de ansiedade e formação de profissionais chegaram à várzea de Santarém. Entenda por que a ação vai além de uma campanha pontual.

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🧠 Arapixuna, na região de várzea de Santarém, recebeu uma ação de saúde mental com escuta psicológica, consultas e avaliação de ansiedade e estresse. O foco foi aproximar o cuidado da população ribeirinha — onde ela vive. 🧵

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A programação ocorreu na USFR Antônio Evangelista e na Escola Sant’Ana. Teve acolhimento, terapia ocupacional, consulta médica e testes para identificar sinais de ansiedade e estresse. Em saúde mental, identificar cedo pode facilitar o cuidado.

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Como a ação nasceu? De uma visita técnica anterior à comunidade. Ou seja: antes de definir as atividades, a equipe ouviu demandas locais. Esse diagnóstico do território ajuda a evitar soluções genéricas e torna o atendimento mais adequado à realidade ribeirinha.

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A escola também relatou preocupação com o consumo de álcool entre moradores. Por isso, a formação abordou alcoolismo, outras drogas, tabagismo e sofrimento psíquico — temas que precisam de orientação, acompanhamento e acolhimento, não julgamento.

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Um ponto central foi capacitar profissionais do próprio território. A ideia é que eles consigam reconhecer demandas, fazer o manejo clínico inicial e orientar os próximos passos. Atendimento pontual ajuda; uma rede local preparada mantém o cuidado ao longo do tempo.

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A ação também enfrenta um mito persistente: psicólogo e psiquiatra não são serviços só para quem está em crise grave. Saúde mental envolve emoções, estresse, relações, trabalho, luto e mudanças da vida. Cuidar antes de piorar é prevenção.

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Quando saúde mental chega às comunidades com escuta, informação e profissionais capacitados, o acesso deixa de depender apenas de grandes centros. A mensagem é simples e importante: sofrimento psíquico não é fraqueza — e cuidado não deve ser privilégio.

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