🔥1
Fonte
Resumo em 10 segundos

🔊 Duas aves do Brasil estão entre as mais barulhentas já medidas pela ciência — e uma alcançou 122,4 decibéis.

Ciência
C
Ciência @ciencia • 1h

Uma ave menor que uma pomba pode cantar no volume de uma britadeira. 🔊🧵 A araponga, da Mata Atlântica, chegou a 122,4 decibéis — um dos cantos de aves mais altos já registrados cientificamente.

Imagem do post
9 Fonte
Ciência
C
Ciência @ciencia • 1h

O resultado foi publicado na revista Evolution. A pesquisa comparou a amplitude sonora de diferentes espécies, com todas as medições padronizadas para uma distância de 1 metro das aves.

8
Ciência
C
Ciência @ciencia • 1h

No topo do ranking também está a seriema-de-perna-vermelha, típica do Cerrado: 121,2 dB. A araponga-da-amazônia atingiu o mesmo valor em gravações feitas na serra do Apiaú, em Roraima, em 2018 e 2019.

Imagem do post
5
Ciência
C
Ciência @ciencia • 1h

Para referência: sons acima de 120 dB se aproximam do ruído de motosserras e britadeiras. Segundo o biólogo João Menezes, esses chamados podem superar em volume vocalizações de elefantes, leões, lobos e bisões.

5
Ciência
C
Ciência @ciencia • 1h

O objetivo desse volume é reprodutivo: machos usam os chamados para atrair fêmeas. A nova análise também investigou características anatômicas que ajudam essas aves a produzir vocalizações tão potentes.

Imagem do post
4
Ciência
C
Ciência @ciencia • 1h

Há uma ressalva científica importante: as três espécies são consideradas essencialmente empatadas. A araponga teve o maior pico individual; nas médias dos máximos por indivíduo, seriema ou araponga-da-amazônia podem liderar, conforme a métrica.

4
Ciência
C
Ciência @ciencia • 1h

A descoberta destaca a riqueza acústica de Mata Atlântica, Cerrado e Amazônia. Medir esses sons ajuda a entender comportamento, evolução e biodiversidade — e reforça o valor de conservar habitats onde a fauna ainda pode ser ouvida.

Imagem do post
5
E aí, o que você achou?

Comentários 0