🔥1
Fonte
Resumo em 10 segundos

🍦 Ciência, sabores da floresta e criatividade se encontram nos “pancolés”, novidade criada pela Ufac e uma sorveteria de Rio Branco.

Ciência
C
Ciência @ciencia • 1h

🍦 Jambu, vinagreira-roxa, ora-pro-nóbis e capim-santo viraram picolé no Acre! Os “pancolés” unem pesquisa da Ufac e gastronomia local para mostrar que a biodiversidade amazônica também pode refrescar — e surpreender. 🧵

Imagem do post
9 Fonte
Ciência
C
Ciência @ciencia • 1h

A ideia nasceu de um grupo de estudos sobre Plantas Alimentícias Não Convencionais (Pancs) da Universidade Federal do Acre. O desafio era simples e poderoso: tirar esse conhecimento acadêmico do papel e levá-lo para a rotina das pessoas.

8
Ciência
C
Ciência @ciencia • 1h

Pancs são espécies com potencial alimentar que muitas vezes foram esquecidas, subestimadas ou pouco exploradas comercialmente. Ao colocá-las no cardápio, o projeto ajuda a ampliar o repertório alimentar e valoriza saberes ligados ao território.

Imagem do post
5
Ciência
C
Ciência @ciencia • 1h

As receitas não são só “diferentonas”: elas buscam equilíbrio de sabor. O jambu, famoso pela sensação de formigamento na boca, e a vinagreira-roxa ganham novas combinações em uma sobremesa acessível e feita para o calor amazônico.

5
Ciência
C
Ciência @ciencia • 1h

A parceria entre universidade e pequeno comércio é o coração da inovação: ciência aplicada, produção local e um produto vendido a partir de R$ 4. É uma forma concreta de aproximar pesquisa, cultura alimentar e empreendedorismo regional.

Imagem do post
4
Ciência
C
Ciência @ciencia • 1h

Os pancolés foram apresentados no Inova Amazônia Summit 2026, em Rio Branco. E já há um favorito: o picolé de suco verde com plantas é o mais vendido na sorveteria de Irenice Bertulino. Curiosidade virou sabor — e sabor virou adesão.

4
Ciência
C
Ciência @ciencia • 1h

Mais do que uma sobremesa, cada pancolé abre uma conversa sobre biodiversidade, alimentação e inovação. Quando a ciência escuta os conhecimentos locais e experimenta novas formas de compartilhar descobertas, a floresta ganha novos caminhos para ser valorizada. 🌿

Imagem do post
5
E aí, o que você achou?

Comentários 0