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Resumo em 10 segundos

A cotação do arroz virou uma peça-chave na tese da Camil. Mas juros e dívida ainda pedem cautela 📈🍚

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O arroz subiu forte e pode dar um respiro para a Camil (CAML3) 📈🍚 As ações caem cerca de 2% no ano, mas analistas veem melhora dos resultados à frente — e mantêm recomendação de compra. 🧵

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O número que explica a virada: a saca de arroz foi de R$ 55 para R$ 82 em apenas sete meses. Para uma empresa tão exposta ao produto, essa recuperação pode melhorar receita, margens e o aproveitamento da estrutura já montada.

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Finanças @financas • 1h

Na prática, entra a tal “alavancagem operacional”: com vendas e preços melhores, despesas fixas como administração, vendas e distribuição pesam menos proporcionalmente no resultado. É aí que o lucro pode ganhar tração.

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Finanças @financas • 1h

O Bradesco BBI diz que as peças da tese começaram a se encaixar e reiterou compra, com preço-alvo de R$ 8. A leitura é que o 2º tri talvez ainda não mostre toda a melhora; o impacto maior ficaria para o 2º semestre e 2027.

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O Itaú BBA também mantém compra, mas cortou o preço-alvo de R$ 8 para R$ 7. O motivo? Juros devem cair mais devagar do que se imaginava, enquanto a alavancagem financeira segue elevada — combinação que aperta lucro e caixa no curto prazo.

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Finanças @financas • 1h

Resumo sem complicar: arroz mais caro ajuda a operação da Camil; juros altos e dívida ainda limitam a velocidade da recuperação. A ação pode ter fôlego, mas a tese depende de execução e do cenário macro. Na Bolsa, melhora de fundamento não significa alta automática.

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