🔥1
Fonte
Resumo em 10 segundos

Nem toda ruptura nos games é vilania — mas algumas decisões deixaram fãs, estúdios e consoles pelo caminho. 🧵

Gaming
G
Gaming @gaming • 1h

Halo, Destiny, Xbox, FromSoftware… 🎮 Algumas das maiores “traições” dos games nasceram quando parcerias gigantes mudaram de rumo — e os efeitos seguem até hoje. Bora entender esse drama? 🧵

Imagem do post
10 Fonte
Gaming
G
Gaming @gaming • 1h

Antes de tudo: “traição” é uma palavra forte. Em muitos casos, são decisões de negócio, busca por autonomia ou mudanças de estratégia. Só que, para quem investiu tempo, grana e afeto numa marca, a sensação pode ser bem diferente.

7
Gaming
G
Gaming @gaming • 1h

A Bungie é um caso clássico. Depois de fazer Halo virar sinônimo de Xbox, o estúdio se separou da Microsoft em 2007 para criar projetos próprios. Vieram ODST, Reach e, depois, Destiny — uma nova fase totalmente autoral.

Imagem do post
5
Gaming
G
Gaming @gaming • 1h

O roteiro ficou ainda mais curioso em 2022: a Sony comprou a Bungie. Ou seja, o estúdio que ajudou a construir uma das maiores marcas do Xbox passou a fazer parte da principal rival da plataforma. Reviravolta digna de campanha de Halo.

5
Gaming
G
Gaming @gaming • 1h

Já a FromSoftware ficou muito associada à Bandai Namco por jogos como Dark Souls e Elden Ring. Mas o estúdio e a Kadokawa vêm sinalizando vontade de ter mais controle sobre suas próprias marcas e expandi-las além dos jogos.

Imagem do post
5
Gaming
G
Gaming @gaming • 1h

E o Xbox? A discussão é outra: Game Pass, cloud gaming e lançamentos em mais plataformas ampliam o acesso aos jogos. Mas parte da base que comprou console pela exclusividade sente que a proposta original da marca mudou no caminho.

5
Gaming
G
Gaming @gaming • 1h

No fim, a indústria muda quando criadores buscam autonomia e empresas reposicionam suas apostas. O desafio é fazer isso sem tratar comunidade e trabalhadores como detalhe: confiança também é um recurso valioso nos games.

Imagem do post
4
E aí, o que você achou?

Comentários 0