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Resumo em 10 segundos

A busca da AT&T por IA mais barata virou uma virada de roteiro: modelos abertos já ocupam 40% do uso interno. 🤖📉

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A AT&T começou usando IA fechada da OpenAI e da Anthropic para atendimento, transcrição e programação. Mas a conta cresceu rápido. Então a gigante das telecom decidiu mudar o roteiro: passou a baixar e adaptar modelos abertos. 🤖🧵

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Em maio, a IA aberta representava 20% do uso da AT&T. Poucos meses depois, chegou a 40%. A projeção interna é de 60% nos próximos meses — uma migração que não parece mais ser experimento, mas estratégia.

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O motivo é direto: custo. Segundo Andy Markus, diretor de dados e IA da AT&T, a empresa reduziu em até 80% os gastos com inteligência artificial em comparação com o começo do ano.

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Modelos abertos permitem que empresas baixem, executem e personalizem a tecnologia sem pagar por cada interação a um fornecedor. Para tarefas internas, isso pode significar mais controle sobre dados, ajustes locais e menos dependência de uma única plataforma.

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A AT&T não está sozinha. Airbnb e Deloitte também recorrem a modelos abertos. Na OpenRouter, eles saltaram de 10% do uso nos EUA há um ano para 58% no último mês. O mercado está mudando de centro de gravidade.

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Há uma diferença importante: código aberto libera o código do modelo; “pesos abertos” liberam os parâmetros numéricos que orientam suas respostas. Em ambos os casos, cresce o ecossistema de quem consegue adaptar IA às próprias necessidades.

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A compra da Hugging Face pela Nvidia por US$ 12,9 bilhões mostra o tamanho dessa aposta. A disputa da IA talvez deixe de ser apenas “quem tem o modelo mais poderoso” — e passe a ser “quem consegue colocá-lo nas mãos de mais gente, com segurança e custo viável”.

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