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Resumo em 10 segundos

Um exploit em uma reserva de empréstimos DeFi teria levado cerca de US$ 9,3 milhões em WFLOW. O caso expõe, de novo, os riscos por trás de estratégias complexas de crédito on-chain. 🔐

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A More Markets teve uma reserva de empréstimos drenada em cerca de US$ 9,3 milhões na Flow EVM, segundo a Blockaid. O alvo teria sido a pool mFlowWFLOW — com 15,5 milhões de WFLOW levados. 😬🧵

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Em português claro: alguém encontrou uma forma de usar ativos como garantia para pegar empréstimos muito acima do que deveria conseguir — e tirou os fundos da reserva antes que o protocolo pudesse reagir.

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A Blockaid aponta o uso de ankrFLOW, um token de staking líquido, junto do E-mode. Esse recurso do Aave V3 aumenta a capacidade de empréstimo quando dois ativos costumam andar com preços parecidos.

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O problema é que “costumam andar juntos” não significa que o modelo está blindado. Em DeFi, parâmetros de preço, liquidez e garantias precisam aguentar cenários extremos — não só o mercado funcionando normalmente.

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Com este caso, os ataques cripto em agosto de 2026 chegaram a US$ 139,7 milhões, diz a DefiLlama. É menos que os US$ 254 milhões de julho, mas ainda é um prejuízo enorme para quem deixa capital nesses protocolos.

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Até a publicação, a More Markets não havia confirmado o incidente nem informado se usuários tiveram perdas. A lição é bem direta: rendimento alto em DeFi vem com risco técnico real. Transparência rápida e auditorias sérias não são detalhe — são o básico.

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