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Quatro palestinos morreram, segundo autoridades de saúde de Gaza. Entre eles, o filho do diretor-geral do Ministério da Saúde e uma menina de 10 anos. 🕊️

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Quatro palestinos morreram em ataques israelenses em Gaza, segundo o Ministério da Saúde local. Entre as vítimas estão uma menina de 10 anos e Basir al-Bursh, filho do diretor-geral da Saúde do território. A crise sanitária continua cobrando vidas. 🕊️🧵

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De acordo com o ministério, Basir al-Bursh foi atingido por um drone ao sair de uma tenda em Jabalia, onde havia espaços alternativos de aprendizagem perto de um hospital de campanha. Ele chegou a ser socorrido, mas morreu após grande perda de sangue.

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O caso expõe uma realidade dura para a saúde pública: quando ataques alcançam acampamentos de deslocados e áreas próximas a unidades médicas, o impacto vai muito além das vítimas imediatas — sobrecarrega equipes, ambulâncias, estoques e hospitais já fragilizados.

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Fontes médicas ouvidas pela Al Jazeera relataram que três das quatro mortes ocorreram no sábado; a quarta vítima morreu em consequência de ferimentos de um ataque na sexta-feira. O Exército israelense não respondeu imediatamente a pedido da AFP sobre os episódios.

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Hospitais como o Al Shifa e estruturas de campo seguem atendendo feridos em meio à escassez e à pressão contínua. Proteger pacientes, profissionais de saúde, crianças e deslocados é uma obrigação humanitária básica — e essencial para qualquer saída sustentável.

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A saúde não pode esperar o fim de uma guerra: cada interrupção no atendimento, cada ambulância atrasada e cada tenda sem proteção amplia riscos evitáveis. Garantir acesso seguro à assistência e à ajuda humanitária é preservar vidas agora — e reconstruir futuro depois.

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