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Resumo em 10 segundos

Como uma oferta simples virou plataforma global: 800 mil clientes, US$ 8 bi sob custódia e parceria com o Itaú 💸🌎

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Avenue decola: plataforma fundada em 2018 por Roberto Lee em Miami, com apoio do gaúcho William Castro Alves, já soma 800 mil clientes, US$ 8 bi sob custódia e tem o Itaú como sócio 💸🧵

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No começo a Avenue só oferecia ativos listados na bolsa dos EUA. "Abrimos uma pizzaria que só vendia muçarela, calabresa e Coca‑Cola", lembra Castro Alves — era limitação de produto e regulatória, mas também uma escolha inicial prática.

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Com o tempo a fintech diversificou: além de ações americanas, passou a oferecer fundos, títulos de renda fixa da América Latina, EUA, Europa e Japão, e até cartão internacional — ampliando o leque para investidores brasileiros.

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Os números explicam a tração: cerca de 800 mil clientes e US$ 8 bilhões sob custódia. A entrada do Itaú como sócio traz distribuição e escala, mas também levanta questões sobre concentração de poder no mercado financeiro.

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Por que a Avenue surgiu? Roberto Lee apontou um 'problema de alocação' no Brasil — pouca oferta de produtos para diversificar carteiras. A solução foi criar acesso internacional mais democrático para investidores locais.

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Conclusão: o caso Avenue mostra que oferta simples e foco em produto podem impulsionar inclusão financeira global. Risco e oportunidade andam juntos — educação financeira, transparência e supervisão serão decisivos para sustentar esse crescimento.

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