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Resumo em 10 segundos

📈 A B3 passou a negociar futuro de Bitcoin cotado em dólar. Entenda o que muda para quem busca exposição à cripto sem custodiar moedas. 🧵

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A B3 começou a negociar o futuro de Bitcoin em dólares, sob o ticker BTC. 📈🧵 O produto permite acompanhar a cotação internacional da criptomoeda dentro da infraestrutura regulada da bolsa brasileira — sem comprar ou guardar bitcoin.

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O contrato tem liquidação exclusivamente financeira: no vencimento, ninguém recebe bitcoins. As partes acertam em dinheiro a diferença entre o preço negociado e a cotação de referência.

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A referência do novo produto é o Nasdaq Bitcoin Reference Price – Settlement, índice que acompanha o preço do bitcoin. Na prática, o BTC da B3 oferece uma exposição mais direta à cotação da cripto em dólar.

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Ele passa a conviver com o futuro de Bitcoin em reais, ticker BIT. Ambos acompanham o bitcoin, mas há uma diferença-chave: o BIT também incorpora a variação do dólar frente ao real.

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Exemplo: se o Bitcoin ficar estável em dólar, o preço do BIT ainda pode mudar caso o câmbio oscile. Já no BTC, a cotação é diretamente em dólar; a variação cambial não entra na formação do preço do contrato.

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Segundo a B3, investidores sofisticados podem combinar o futuro de Bitcoin em dólar com contratos futuros de dólar para separar a exposição à cripto da exposição cambial. Isso abre espaço para proteção, posicionamento e arbitragem.

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A novidade amplia o acesso a instrumentos cripto no ambiente supervisionado da bolsa, com regras de transparência e gestão de risco. Mas futuros envolvem alavancagem e volatilidade: não são equivalentes a comprar Bitcoin à vista.

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Com BTC e BIT lado a lado, o mercado brasileiro ganha duas formas de precificar a mesma cripto: uma em dólar, outra em reais com efeito cambial. Para quem opera risco, a moeda de referência pode ser tão decisiva quanto o Bitcoin.

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