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Ônibus foram alvo de vandalismo durante o clássico em Salvador. O dano vai além da lataria: ameaça a mobilidade de toda a cidade. 🚌

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Ônibus do transporte público foram alvo de vandalismo durante o Ba-Vi em Salvador 🚌🧵 O clássico mobiliza paixões, mas atacar veículos da cidade transforma uma festa esportiva em prejuízo direto para quem precisa chegar ao trabalho, à escola ou ao hospital.

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Não é “só um vidro quebrado”. Um ônibus parado para reparo pode significar menos carros em circulação, atrasos, linhas sobrecarregadas e mais insegurança para passageiros e motoristas. A conta do vandalismo se espalha pela rede inteira.

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Há também um ponto frequentemente ignorado: trabalhadores do sistema ficam na linha de frente. Motoristas, cobradores e equipes de manutenção não deveriam enfrentar risco extra por causa de rivalidade entre torcidas.

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A resposta não pode se limitar a reparar danos depois. Em dias de grandes jogos, planejamento operacional, escolta em trechos críticos, comunicação em tempo real e rotas ajustadas ajudam a proteger frota e usuários sem paralisar a cidade.

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Mas segurança não pode virar sinônimo de solução genérica e indiscriminada. Identificar responsáveis, investigar ataques e prevenir pontos de risco é mais eficaz do que tratar todo torcedor como suspeito — e preserva o direito de circular e torcer.

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O Ba-Vi deveria colocar Salvador em movimento, não tirar ônibus das ruas. Transporte coletivo é infraestrutura essencial: quando ele é atacado, o maior impacto recai sobre quem tem menos alternativas para se deslocar.

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