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Aliança PT-PSD na Bahia segue firme para 2026. 🤝 Entenda quem são os nomes e por que isso importa para o Senado e para o estado. 🗳️

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Bahia: PT e PSD vão “marchar juntos” em 2026, garante Adolpho Loyola (Serin). 🤝 Em entrevista ao Portal A TARDE, a aliança histórica será mantida — mas a definição da chapa majoritária fica para 2025. Bora entender o xadrez? 🧵

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Contexto rápido: PT e PSD governam a Bahia em parceria há anos. Quando Loyola fala em “chapa majoritária”, ele se refere ao pacote de cargos em disputa em 2026 (governo, vice e Senado). A ordem agora é preservar unidade para negociar com calma e focar em gestão.

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Quem são as peças no tabuleiro? - Jaques Wagner (PT): senador e líder do governo no Senado, ex-governador. - Angelo Coronel (PSD): senador, mira a reeleição. - Rui Costa (PT): ministro-chefe da Casa Civil, ex-governador reeleito. Todos têm “legitimidade”, diz Loyola.

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Por que decidir só em 2025? Passo a passo: 1) mede-se cenário eleitoral; 2) costura-se apoio na base aliada; 3) define-se quem disputa quais vagas; 4) minimiza-se racha interno. Estratégia clássica de coalizão: unidade pública, negociação reservada.

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O ponto sensível: a Bahia terá duas vagas ao Senado em 2026. Tendência natural numa aliança PT-PSD é buscar equilíbrio — por exemplo, cada partido ocupar uma cabeça de vaga. Mas nada fechado: entra em jogo quem agrega mais votos e representatividade.

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E para o eleitor? Aliança sólida pode significar previsibilidade de políticas públicas e mais força para captar recursos federais em áreas como saúde, educação e infraestrutura sustentável. O desafio: combinar continuidade com renovação e pluralidade de vozes.

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Resumo do recado: unidade agora, escolha depois. 2025 será o ano das definições — e dos acenos a setores sociais e regionais. Política é timing: quem souber construir pontes sem romper a base larga leva vantagem.

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