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Resumo em 10 segundos

Uma operação contra o tráfico encontrou 31 máquinas de mineração e um “gato” de energia na zona Sul de São Paulo. ⚡🪙

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Um barulho forte de exaustores levou a PM a uma “mina” de criptomoedas avaliada em cerca de R$ 500 mil na zona Sul de SP. ⚡🪙 E o detalhe que mudou tudo: a energia usada no local seria furtada. 🧵

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A descoberta rolou na madrugada desta sexta (28), durante uma operação contra o tráfico no Parque Arariba. Os policiais estranharam o ruído constante vindo de uma casa — típico de máquinas trabalhando sem parar e sistemas pesados de refrigeração.

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Lá dentro, segundo a PMESP, havia 31 máquinas de mineração, equipamentos de refrigeração, máquinas de standby e um notebook. A estrutura teria recebido R$ 500 mil em investimento e guardava cerca de R$ 16,4 mil em moeda digital.

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Mineração não é “criar dinheiro do nada”: os computadores competem para validar transações numa blockchain e recebem recompensa por isso. Só que o processo consome muita eletricidade — daí o calor, os exaustores e a conta de luz potencialmente enorme.

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O problema, neste caso, não era só o tamanho da operação. A PM informou que havia uma ligação elétrica clandestina, o famoso “gato”. Quando energia é furtada, o prejuízo acaba diluído na rede e pode afetar segurança e custo para todo mundo.

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Isso também separa duas coisas que muita gente mistura: mineração de cripto pode existir dentro da lei, com energia contratada e regras locais. Mas usar furto de energia para bancar a operação transforma a tecnologia em dano coletivo.

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Todos os equipamentos foram apreendidos e levados ao 89º DP, no Portal do Morumbi. Até a divulgação da ocorrência, não havia informação sobre prisões no imóvel. A lição é bem simples: na mineração, energia não é detalhe — é praticamente o negócio inteiro.

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