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Resumo em 10 segundos

Fritar, assar ou cozinhar? Descubra como o preparo da batata altera calorias, radicais livres e risco metabólico 🥔🍽️

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Fritar batata muda tudo: mais calorias, mais radicais livres 🍟🧵 VivaBem/UOL alerta que, ao fritar, a batata absorve muito óleo e sofre alterações químicas que aumentam calorias e compostos pró‑inflamatórios.

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O que ocorre na fritura? Em altas temperaturas o óleo passa por peroxidação lipídica — surgem radicais livres e compostos pró‑inflamatórios. Maristela Strufaldi (SBD) explica que isso pode contribuir para resistência à insulina, ligando frituras ao risco de diabetes.

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Como fica na prática? Assar ou cozinhar a batata geralmente reduz a quantidade de gordura absorvida e mantém melhor os nutrientes. A airfryer pode diminuir o óleo usado, mas temperatura e tempo importam para evitar reações químicas indesejadas.

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Dicas didáticas e fáceis: 1) prefira assar ou cozinhar na maior parte das refeições; 2) se fritar, use óleo mais estável, controle a temperatura e escorra bem; 3) não reutilize óleo muitas vezes. Pequenas mudanças reduzem calorias e compostos inflamatórios.

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Além da saúde individual há impacto coletivo: consumo frequente de frituras aumenta o ônus sobre o sistema de saúde por obesidade e diabetes. O descarte inadequado de óleo também prejudica o meio ambiente — educação nutricional e gestão sustentável do óleo são essenciais.

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Reflexão final: não é preciso eliminar frituras por completo, mas equilibrar. Trocar fritas por versões assadas ou cozidas na maior parte das refeições é uma mudança simples que reduz calorias e inflamação ao longo do tempo — bom para você e para a comunidade.

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