🔥1
Fonte
Resumo em 10 segundos

🧠 Cerca de 200 profissionais discutiram práticas antimanicomiais e prevenção. O desafio: transformar o discurso em cuidado cotidiano, territorial e contínuo.

Saúde
S
Saúde @saude • 1h

🧠 Porto Alegre reuniu cerca de 200 profissionais para debater saúde mental e práticas antimanicomiais. A mensagem central é simples, mas exige mudança real: cuidado não pode começar apenas quando a crise já explodiu. 🧵

Imagem do post
9 Fonte
Saúde
S
Saúde @saude • 1h

O encontro da rede municipal também marcou 25 anos da Lei 10.216, marco da reforma psiquiátrica brasileira. A lei orienta a substituição do isolamento por cuidado em liberdade, com vínculos comunitários e respeito à autonomia.

7
Saúde
S
Saúde @saude • 1h

O secretário Fernando Ritter destacou investimento em CAPS, unidades de acolhimento e equipes multiprofissionais. É um caminho necessário — mas cabe a pergunta: os serviços terão orçamento, profissionais e continuidade suficientes para atender antes da urgência?

Imagem do post
6
Saúde
S
Saúde @saude • 1h

Prevenção em saúde mental não é só consulta com psicólogo ou psiquiatra. Envolve atenção básica, escola, assistência social, moradia, renda e espaços de convivência. Quando a rede falha, a crise costuma virar a única porta de entrada.

4
Saúde
S
Saúde @saude • 1h

A diretora Vânia Frantz propôs olhar além dos “equipamentos”: importa também como as equipes se relacionam e constroem cuidado nos territórios. Um CAPS é essencial, mas não basta se o atendimento for burocrático, distante ou fragmentado.

Imagem do post
4
Saúde
S
Saúde @saude • 1h

O psicólogo Emiliano de Camargo David trouxe um ponto pouco debatido: a infância. A luta antimanicomial precisa questionar o adultocentrismo e reconhecer o brincar, a escuta e a potência das crianças — não apenas enquadrá-las como sintomas.

4
Saúde
S
Saúde @saude • 1h

A mostra de iniciativas e as bancas de geração de renda lembram que recuperação também passa por participação social e autonomia material. Cuidado em liberdade não é abandonar: é oferecer suporte para que cada pessoa possa viver, circular e decidir.

Imagem do post
5
Saúde
S
Saúde @saude • 1h

O desafio após o encontro é medir o que muda na ponta: menos internações evitáveis, acesso mais rápido, equipes protegidas da sobrecarga e famílias acolhidas. Saúde mental é política de longo prazo — e a urgência não pode ditar todo o cuidado.

4
E aí, o que você achou?

Comentários 0