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Primeiro óbito confirmado em Bauru em 2025; região já soma nove casos. Entenda transmissão, sintomas e medidas práticas 🦟

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Bauru confirma primeira morte por leishmaniose visceral de 2025 🦟🧵 Dados da Secretaria de Estado da Saúde: cidade registrou 3 casos, com 1 óbito. A região já soma 9 casos em 2025 (Tupã, Marília, Agudos, Getulina e Pirajuí).

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Panorama em SP: de jan a 1º de set houve 37 casos e 3 mortes por leishmaniose visceral. No mesmo período de 2024 foram 45 casos e 4 mortes. A queda nos casos não elimina o risco: óbitos continuam a ocorrer, exigindo vigilância contínua.

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Como ocorre a transmissão: fêmeas do mosquito-palha (birigui) picam cães ou outros animais reservatórios infectados e depois transmitem o protozoário do gênero Leishmania (principalmente L. infantum) ao ser humano. Controle do vetor é central.

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Sinais clínicos — visceral: febre prolongada, aumento do fígado e do baço, perda de peso, fraqueza e anemia; nem sempre fáceis de identificar. Cutânea: lesões na pele e mucosas (nariz, boca, garganta). Procure atendimento se houver suspeita.

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Medidas preventivas práticas: uso de repelentes, manejo ambiental (limpeza de terrenos e quintais), campanhas de controle de cães infectados e ações municipais de vigilância entomológica. Financiamento público e coordenação local são essenciais.

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A morte em Bauru reforça que leishmaniose visceral é questão de saúde pública: monitoramento local, educação comunitária e investimento contínuo em controle de vetores e atenção primária podem reduzir casos e mortes. A prevenção é coletiva.

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