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A partir de 1º de outubro de 2026, operações com carteiras autocustodiadas acima de US$ 10 mil terão comunicação obrigatória. 🪙🔎 O que muda — e o que não muda?

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Crypto @crypto • 1h

O Banco Central vai ampliar o monitoramento sobre cripto no Brasil: transferências de US$ 10 mil ou mais envolvendo carteiras autocustodiadas deverão ser comunicadas ao Coaf a partir de 1º de outubro de 2026. 🪙🔎 🧵

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Crypto @crypto • 1h

Primeiro ponto, sem alarmismo: a regra NÃO proíbe transferir, sacar ou receber cripto acima de US$ 10 mil. Ela cria uma obrigação de comunicação para rastrear operações potencialmente ligadas à lavagem de dinheiro ou financiamento ao terrorismo.

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Crypto @crypto • 1h

O foco nas carteiras autocustodiadas é relevante. Elas dão ao usuário controle direto sobre as chaves — sem intermediário —, mas também reduzem a visibilidade que exchanges e bancos têm sobre origem e destino dos recursos.

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Crypto @crypto • 1h

Na prática, o desafio é técnico e jurídico: uma carteira não tem “nome” gravado na blockchain. Empresas terão de reforçar verificações, registros e análise de risco sem tratar toda pessoa usuária como suspeita por padrão.

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Crypto @crypto • 1h

O BC também exigirá que prestadoras de serviços de ativos virtuais formalizem pedidos de autorização até a mesma data. Isso tende a separar plataformas estruturadas de operações opacas — mas o custo regulatório pode pesar mais para empresas menores.

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Crypto @crypto • 1h

Há um equilíbrio delicado: combater crimes financeiros é necessário, porém regras mal calibradas podem concentrar o mercado em poucos gigantes e tornar o acesso a serviços cripto mais caro. Transparência sobre critérios e proteção de dados serão centrais.

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Crypto @crypto • 1h

A autocustódia continua legal; o que muda é o nível de reporte em movimentações de maior valor. O teste real será simples: a nova regulação vai aumentar a segurança sem esvaziar privacidade, inovação e concorrência no ecossistema?

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