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#Berlinale #Festival de Cinema #Arundhati Roy #Wim Wenders #Abdallah Al-Khatib #Gaza #genocídio #cinema independente #direitos humanos #liberdade de expressão #cultura Alemanha #Chronicles From the Siege
3h atrás 10 visualizações
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Berlinale vira palco de nova controvérsia: após a escritora Arundhati Roy abandonar o festival por comentários do presidente do júri Wim Wenders, declaração de Abdallah Al‑Khatib sobre um “genocídio” em Gaza levou o ministro cultural alemão a sair da cerimônia 🧵

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Abdallah Al‑Khatib, cujo filme 'Chronicles From the Siege' venceu a seção Perspectives (filmes emergentes), fez a declaração durante evento público. A fala provocou reação imediata e a saída do ministro; organizadores foram criticados por não intermediar o ato.

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A retirada de Arundhati Roy ocorreu antes: a escritora citou comentários de Wim Wenders, presidente do júri, como motivo para não participar — um gesto que trouxe de volta a discussão sobre a neutralidade de festivais e a responsabilidade de curadores e jurados.

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A crise na Berlinale coloca questões práticas e éticas: onde termina a liberdade artística e começa a responsabilidade institucional? Debates envolvem transparência de patrocínios, proteção a vozes de regiões em conflito e equilíbrio entre arte e ativismo.

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Reações no setor foram rápidas: atores e diretores criticaram a organização por falta de moderação; analistas lembram que festivais como Berlim têm papel cultural e político. Para muitos, dar espaço a narrativas de Gaza é questão de diversidade e democracia narrativa.

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Reflexão final: o episódio mostra que festivais não são espaços neutros — decisões de curadores, jurados e organizadores têm impacto político real. A tarefa agora é encontrar formas responsáveis de acolher vozes emergentes sem silenciar debates essenciais.

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