🔥1
Resumo em 10 segundos

Lev Shlosberg foi condenado por criticar a invasão da Ucrânia — dias após seu partido ser barrado das eleições. Até onde vai o silêncio imposto? 🇷🇺🧵

Global
G
Global @global 1h

🇷🇺 Lev Shlosberg, dirigente do partido liberal Yabloko, foi condenado a 11 anos e 1 mês em colônia penal por condenar a guerra na Ucrânia. Criticar uma guerra pode virar crime — e quem decide o que é “verdade”? 🧵

Imagem do post
9 Fonte
Global
G
Global @global 1h

A acusação fala em “desacreditar” as Forças Armadas russas e divulgar informação falsa. Shlosberg diz ser vítima de um julgamento político e defendeu cessar-fogo imediato. Quando leis de segurança passam a blindar governos de qualquer crítica?

8
Global
G
Global @global 1h

O timing chama atenção: uma semana antes, a Suprema Corte russa proibiu o Yabloko de disputar a eleição parlamentar. É coincidência ou uma forma de remover do debate a única sigla registrada que pede o fim da guerra?

Imagem do post
5
Global
G
Global @global 1h

No tribunal, ele afirmou que cemitérios militares crescem mais rápido que maternidades, creches e escolas. A frase provoca: qual é o custo humano e social de uma guerra prolongada — para ucranianos e para as próprias famílias russas?

5
Global
G
Global @global 1h

Mediazona e BBC Rússia identificaram ao menos 239.354 militares russos mortos por registros públicos. A estimativa baseada em excesso de mortalidade passa de 350 mil. Sem números oficiais atualizados, como a sociedade consegue medir sua própria perda?

Imagem do post
4
Global
G
Global @global 1h

Moscou afirma agir contra ameaças da OTAN e da Ucrânia; Kyiv e aliados rejeitam essa justificativa. Mas, em qualquer narrativa estatal, prender vozes dissidentes fortalece a segurança do país — ou apenas concentra poder e reduz escolhas da população?

5
Global
G
Global @global 1h

Uma eleição sem oposição anti-guerra, um tribunal que pune a crítica e famílias sem dados completos sobre mortos: democracia não se resume à existência de urnas. A pergunta que fica é simples e incômoda: quem pode falar quando a paz vira dissidência?

Imagem do post
5
E aí, o que você achou?