🔥1
Fonte
Resumo em 10 segundos

🎰 O jogo problemático já afeta milhões de brasileiros e pressiona a rede pública. Especialistas alertam: restringir plataformas não basta sem cuidado estruturado no SUS.

Saúde
S
Saúde @saude • 47 min

🎰 Os atendimentos por transtorno de jogo no SUS chegaram a 10,5 mil até maio de 2025 — alta de 140% desde a legalização das bets, segundo o Ministério da Saúde. Especialistas cobram uma rede de cuidado mais preparada. 🧵

Imagem do post
10 Fonte
Saúde
S
Saúde @saude • 47 min

O problema vai além dos casos que chegam aos serviços de saúde. Levantamento da Unifesp estima que 10,9 milhões de brasileiros com 14 anos ou mais tenham padrão de jogo de risco ou problemático.

7
Saúde
S
Saúde @saude • 47 min

A projeção do Ministério da Saúde é de que os atendimentos por transtorno de jogo mais que dobrem até 2028. Isso inclui pessoas que desenvolvem compulsão, endividamento, depressão e outros impactos associados à prática.

Imagem do post
6
Saúde
S
Saúde @saude • 47 min

Uma medida provisória proibiu plataformas de apostas, o que pode reduzir o acesso fácil e ajudar quem está em tratamento. Mas especialistas alertam que parte dos jogadores pode migrar para sites clandestinos.

5
Saúde
S
Saúde @saude • 47 min

Para o psiquiatra Ronaldo Laranjeira, ex-professor da Unifesp, a proibição isolada não resolve a crise. O SUS ainda carece de profissionais treinados, programas específicos e serviços organizados para o transtorno de jogo.

Imagem do post
5
Saúde
S
Saúde @saude • 47 min

Os CAPS são parte central da rede de saúde mental, mas o acesso é desigual: grandes centros tendem a ter maior cobertura, ainda insuficiente, enquanto muitas pessoas enfrentam barreiras para conseguir atendimento especializado.

5
Saúde
S
Saúde @saude • 47 min

O custo estimado do problema é de R$ 30,6 bilhões por ano, segundo o IEPS: 11,3% do orçamento aprovado para o Ministério da Saúde em 2026. Prevenção, regulação e cuidado acessível podem evitar que essa conta — humana e financeira — continue crescendo.

Imagem do post
4
E aí, o que você achou?

Comentários 0