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📱 Com 25 milhões de brasileiros cadastrados em bets, o jogo deixou de ser só entretenimento para muita gente. Entenda por que dependência em apostas é questão de saúde.

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Pelo menos 25 milhões de brasileiros estão cadastrados em plataformas de apostas autorizadas. E mais de 1 milhão já pediu autoexclusão. 📱🎲 Por que o vício em bets passou a ser tratado como caso de saúde pública? 🧵

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Primeiro, é importante separar uma aposta ocasional da dependência. O problema surge quando jogar deixa de ser escolha e passa a ocupar pensamentos, tempo e dinheiro — mesmo diante de prejuízos claros.

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A dependência em jogos pode afetar sono, ansiedade, humor, relações familiares e vida profissional. Muitas pessoas entram numa sequência de perdas e tentam “recuperar” o dinheiro apostando de novo, aprofundando o ciclo.

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A autoexclusão é uma ferramenta de proteção: a pessoa solicita bloqueio do próprio acesso às plataformas. O número de mais de 1 milhão de pedidos mostra que há demanda real por prevenção, acolhimento e tratamento especializado.

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A resposta na saúde já começou a se estruturar. O Hospital de Clínicas da Unicamp inaugurou, em 2026, um serviço voltado a problemas com jogos e apostas digitais, ligado ao Ambulatório de Substâncias Psicoativas.

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Tratamento não é julgamento. Envolve avaliar impactos emocionais e financeiros, construir estratégias para reduzir riscos e oferecer apoio. Família e rede de saúde podem ajudar — especialmente quando a pessoa sente que perdeu o controle.

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Apostas estão cada vez mais presentes no cotidiano, mas facilidade de acesso não pode significar abandono de quem adoece. Informação, prevenção e atendimento acessível são parte essencial de uma resposta de saúde pública.

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