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Resumo em 10 segundos

Do fim de junho a 28 de setembro, o BTC saltou 42,79% — uma arrancada que mudou o roteiro dos mercados. ₿📈

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Bitcoin venceu o 3º trimestre — e não foi por pouco. ₿📈 Entre 30 de junho e 28 de setembro, o BTC subiu 42,79%, superando petróleo, ouro, Ibovespa e as bolsas dos EUA. A história dessa arrancada merece uma 🧵

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No fim de junho, 1 BTC custava US$ 58.558. Em 28 de setembro, já valia US$ 83.616. Em um trimestre cheio de dúvidas sobre inflação, juros e dólar, a maior criptomoeda do mundo escolheu subir.

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O segundo lugar também impressiona: o petróleo Brent avançou 34,05%. Mas a distância para os demais foi enorme: Ibovespa +6,38%, ouro +4,71%, prata +3,26%, S&P 500 +2,46% e Nasdaq +2,31%.

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O ponto de virada veio na segunda metade de agosto. Em 18 de agosto, o BTC rondava US$ 64.700. Cerca de uma semana depois, flertava com US$ 80 mil. Não foi uma escalada lenta: foi uma reprecificação acelerada.

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No pano de fundo, o Tesouro dos EUA ampliou a recompra de títulos longos, aliviando temporariamente os rendimentos dos Treasuries e pressionando o dólar. Para ativos sem juros, como o Bitcoin, o cenário ficou relativamente mais favorável.

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A narrativa do “debasement trade” voltou ao centro: quando investidores temem perda de poder de compra das moedas, alguns buscam ativos escassos. O Bitcoin entrou nesse debate com uma vantagem: oferta programada e acesso global.

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A alta de cerca de 25% também liquidou aproximadamente US$ 4 bilhões em apostas contra criptomoedas, amplificando o movimento. O trimestre deixa uma lição: Bitcoin pode liderar quando o mercado busca alternativas — mas sua volatilidade continua sendo parte inseparável da jornada.

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