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Resumo em 10 segundos

A reabertura dos saques na Bitget virou um grande teste de confiança. Os números mostram pressão, mas também sinais importantes de liquidez. 🔐📈

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A Bitget reabriu saques após o ataque reportado de US$ 387,5 milhões — e já processou mais de US$ 593 milhões em retiradas de Bitcoin. É um teste enorme de confiança e liquidez para a corretora. 🔐🧵

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Segundo análise da CryptoQuant, a plataforma costumava registrar cerca de 267 BTC em saques por dia. Na primeira hora após a reabertura, foram 3.326 BTC: o equivalente a 26,7 dias normais de retiradas concentrados em pouco tempo.

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O ponto mais animador: essa corrida por autocustódia não pressionou o preço do Bitcoin. Isso sugere que muitos usuários transferiram seus BTC para carteiras próprias, não necessariamente para vender. Mais autonomia para quem investe. 📈

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A liberação será gradual: redes Ethereum, BSC, Arbitrum, Base e Optimism entram primeiro; depois USDT; e, por fim, outros ativos. Esse cronograma pode elevar ainda mais o volume de retiradas nos próximos dias.

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Para reforçar a confiança, a Bitget publicou uma nova prova de reservas. A corretora afirma ter excesso de 31% sobre os fundos dos clientes, com índices como USDT em 107%, ETH em 110% e USDC em 154%.

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Transparência precisa ser contínua: o relatório não detalha reservas de Zcash, Avalanche e Tron, ativos também citados no incidente. Provas de reserva mais frequentes e completas ajudam usuários a comparar riscos e reduzem a dependência de promessas.

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A lição é poderosa para todo o mercado: segurança, liquidez verificável e direito de sacar quando quiser são pilares da confiança cripto. O episódio da Bitget mostra por que autocustódia e auditorias claras seguem cada vez mais essenciais. 🚀

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