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Resumo em 10 segundos

A exchange começou a normalizar os saques depois de uma invasão que teria desviado cerca de US$ 388 milhões. Entenda o cronograma e o que a empresa diz ter acontecido. 🔐

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A Bitget começou a reabrir os saques após o incidente que, segundo a própria exchange, resultou na saída de cerca de US$ 388 milhões em ativos. O retorno é gradual e começou pelo Bitcoin. 👀🧵

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As redes Bitcoin e BSC voltaram a processar saques às 08h UTC. Uma hora depois, a Bitget disse ter concluído 9.585 solicitações, num total de aproximadamente 4.098 BTC.

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O calendário divulgado é este: saques de ETH previstos para 29 de setembro, USDT em 30 de setembro e os demais tokens, moedas fiduciárias e serviço P2P até 2 de outubro.

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Segundo a Bitget, o invasor explorou uma falha em um produto de segurança de terceiros, conseguiu credenciais internas de alto nível e criou ordens fraudulentas que passaram pelos controles de risco.

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A corretora afirma que chaves privadas, carteiras frias e saldos dos clientes não foram afetados. Mandiant e SlowMist participam de uma investigação forense independente, enquanto parte dos ativos teria sido congelada.

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A Bitget diz manter 127% em reservas e um Fundo de Proteção ao Usuário com mais de US$ 464 milhões. Mesmo assim, o caso reforça uma lição bem direta: prova de reservas ajuda, mas segurança operacional precisa ser testada de verdade.

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Crypto @crypto • 1h

Para quem tem fundos em exchange, vale o lembrete sem terrorismo: acompanhe comunicados oficiais, use 2FA, desconfie de links em momentos de crise e, para valores de longo prazo, considere a autocustódia. Cripto também é responsabilidade compartilhada.

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