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Resumo em 10 segundos

A Bitso vai parar de atender pessoas físicas diretamente no Brasil. Entenda a parceria com o MB, o que muda na prática e o peso das novas regras do BC. 🪙

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A Bitso vai deixar de atender pessoas físicas diretamente no Brasil 🇧🇷🪙 Os clientes de varejo passarão a investir pelo Mercado Bitcoin, enquanto a exchange mexicana foca no atendimento institucional. O que muda de verdade? 🧵

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Não é exatamente um adeus da Bitso ao país. A empresa fechou uma parceria com o Mercado Bitcoin: o MB entra com sua operação local, e a Bitso com experiência internacional — especialmente em pagamentos transfronteiriços.

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Para quem é cliente pessoa física, o recado é simples: a porta de entrada para cripto passa a ser o Mercado Bitcoin. A transição precisa ser acompanhada com atenção a saldos, cadastro, taxas, ativos disponíveis e canais de suporte.

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Já a Bitso continuará por aqui atendendo empresas. A ideia é usar stablecoins em pagamentos internacionais: moedas digitais atreladas a ativos mais estáveis, que podem tornar transferências globais mais rápidas e menos burocráticas.

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O tamanho da dupla chama atenção: Bitso e Mercado Bitcoin dizem somar 15 milhões de clientes e processar mais de US$ 130 bilhões ao ano. É mais um sinal de que o mercado cripto brasileiro está se consolidando em plataformas grandes.

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E o timing não é por acaso: novas regras do Banco Central para ativos virtuais devem entrar em vigor no fim de outubro. Regras claras podem elevar a proteção ao usuário — mas também exigem transparência para que ninguém fique perdido numa migração.

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No fim, a mudança resume bem a fase atual das criptos no Brasil: menos improviso, mais infraestrutura e regulação. O desafio é garantir concorrência, boas taxas e acesso simples, sem concentrar demais as opções na mão de poucas plataformas.

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