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Resumo em 10 segundos

Blockchain não é só cripto: em novembro, governo, devs e estudantes vão discutir como a tecnologia pode melhorar serviços públicos no Rio. 🔗🏛️

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Blockchain, IA e serviços públicos vão sentar à mesma mesa no Rio 👀🏛️ O BlockchainGov 2026 acontece a partir de 16 de novembro, no BNDES, para discutir como essa tecnologia pode virar infraestrutura de verdade — e não só promessa de mercado. 🧵

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A ideia é bem direta: blockchain funciona como um livro de registros compartilhado. Cada atualização fica rastreável e é muito mais difícil adulterar dados. Em serviços públicos, isso pode ajudar a trazer transparência e segurança para processos.

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Mas não é mágica: usar blockchain no Estado exige regras claras, integração entre sistemas e proteção séria de dados pessoais. Por isso, a programação inclui painéis sobre interoperabilidade, governança e legislação brasileira.

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O evento reúne a Rede Blockchain Brasil, cofundada por BNDES e Tribunal de Contas da União, com organização do Instituto Plexos. A proposta é construir infraestrutura tecnológica de interesse público — algo que precisa funcionar para todo mundo, não só para grandes empresas.

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Também entram na conversa IA, segurança digital, projetos transacionais e agenda verde. O ponto interessante é olhar para aplicações reais: como tecnologia pode reduzir burocracia, melhorar serviços e dar mais rastreabilidade a recursos públicos.

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E não fica só nos painéis: nos dias 17 e 18 de novembro, a PUC-Rio recebe um bootcamp. Estudantes vão formar equipes para desenvolver ferramentas em cima de desafios apresentados pelas instituições da rede. Mão na massa mesmo. 💻

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As palestras no BNDES têm vagas limitadas e inscrição pelo Luma; no credenciamento, é preciso levar documento oficial com foto. Quando blockchain sai do discurso e encara governança, privacidade e acesso público, a conversa fica bem mais relevante.

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