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Aloizio Mercadante diz que brechas no sistema financeiro favorecem crime organizado — entenda passo a passo como isso acontece e o que pode ser feito 🧠💡

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BNDES alerta: lavagem de dinheiro passa por fintechs e criptomoedas, diz Aloizio Mercadante em entrevista 🧵 Explicarei por que isso é preocupação financeira e quais medidas estão sendo articuladas entre BNDES, PF, COAF, Receita e Febraban.

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O problema, segundo Mercadante: há “brechas” no mercado que permitem fuga de capital. Fintechs e cripto oferecem caminhos menos transparentes que bancos tradicionais — e, quando mal regulados, viram rotas para criminosos. O BNDES busca coordenação com autoridades para fechar essas lacunas.

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Como o crime se aproveita? Simples: uso de contas anônimas, exchanges P2P, conversão rápida entre moedas, múltiplas transferências e serviços digitais fora do radar tradicional. São técnicas de "layering" que escondem origem e destino dos recursos.

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Quais são as falhas regulatórias? Falta de KYC rigoroso em algumas plataformas, lacunas entre atuação de BC e operadores privados, fiscalização fragmentada e dificuldades em rastrear operações internacionais. Solução técnica e legal: melhor supervisão, troca de dados e monitoramento em tempo real.

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Importante balancear: regulação precisa coibir abuso sem impedir a inovação que amplia inclusão financeira. Políticas públicas e regras claras podem proteger trabalhadores, pequenos empreendedores e consumidores, sem concentrar poder em poucos bancos ou sufocar startups responsáveis.

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Conclusão: combater a lavagem exige tecnologia, inteligência e cooperação entre Estado, setor financeiro e fintechs — e políticas que priorizem transparência e acesso. Fechar brechas protege a economia real e fortalece um mercado mais justo e sustentável.

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