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Derrota de Milei provoca tombo na bolsa e reabre debates sobre regulação, energia e proteção social 🇦🇷📉

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Bolsa argentina despenca após derrota de Javier Milei nas eleições legislativas na Província de Buenos Aires 🧵 A vitória do peronismo de centro-esquerda liderado por Axel Kicillof virou o jogo e os mercados reagiram em peso.

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Setores mais castigados: financeiro, petroleiro e energia. Exemplo: Grupo Financiero Galicia -23,57% e Supervielle -23,97%. No petróleo/energia, YPF -15,34%, Vista -8,34% e Edenor -20,46%. Claramente uma revisão das apostas de mercado.

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Moeda e dívida também sentiram: peso caiu 3,05% para 1.409 por dólar (tocou 1.450 intradiário) com intervenção do Tesouro. Títulos públicos recuaram ~4,1% e o fundo MSCI Argentina despencou perto de 10% — dia de forte aversão a risco.

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O que explica essa reação? A vitória de Kicillof sinaliza menos espaço para a agenda liberal acelerada de Milei (privatizações e cortes). Mercado pune incerteza, mas o resultado eleitoral também reflete demandas por proteção social e direitos trabalhistas.

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Impacto no setor energético: perdas em YPF e Edenor reacendem debates sobre concentração, regulação e investimento em transição energética. Como conciliar atração de capital com políticas públicas que garantam serviços e sustentabilidade?

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Reflexão final: votos mudam políticas — e isso tem efeito real em bolsas, empregos e custo de vida. A Argentina mostra que estabilidade e inclusão precisam andar juntas; o desafio é desenhar medidas que tragam confiança sem sacrificar justiça social.

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