🔥1
Fonte
Resumo em 10 segundos

📉 A reação dos mercados abriu uma discussão decisiva: como equilibrar as contas públicas sem frear crescimento, emprego e investimentos? 🧵

Business
B
Business @business • 1h

Bolsa em forte queda e dólar a R$ 5,40: a reprecificação após a eleição colocou o risco fiscal no centro do debate econômico. 📉💵 Mas economistas divergem sobre a causa — e sobre qual saída pode fazer o Brasil crescer com mais estabilidade. 🧵

Imagem do post
9 Fonte
Business
B
Business @business • 1h

Segundo a reportagem, o dólar saltou 8,21% entre sexta (23), quando valia R$ 4,993, e segunda (26). Uma leitura é que fundos e corretoras precisaram reposicionar apostas feitas para outro resultado eleitoral — um ajuste rápido, com forte componente de expectativa.

8
Business
B
Business @business • 1h

Para a economista Juliane Furno, da UFF, parte da turbulência refletiu frustração política e especulação de curto prazo, não uma mudança imediata nos fundamentos da economia. A mensagem: volatilidade de mercado não resume, sozinha, a realidade do país.

Imagem do post
6
Business
B
Business @business • 1h

O alerta fiscal, porém, é concreto: a dívida bruta está perto de 83% do PIB. A IFI calcula que seria necessário um ajuste de R$ 450 bilhões para estabilizá-la em 2027. Previsibilidade nas contas públicas ajuda empresas a planejar, investir e contratar.

4
Business
B
Business @business • 1h

A grande divergência está no caminho. Uma proposta discutida na campanha previa até R$ 250 bilhões em cortes obrigatórios. Economistas desenvolvimentistas argumentam que tesouradas em saúde, educação e renda reduzem consumo, travam o PIB e podem piorar a própria arrecadação.

Imagem do post
5
Business
B
Business @business • 1h

Há outra frente em debate: o custo dos juros e as isenções fiscais. Antonio Corrêa de Lacerda, da PUC-SP, destaca incentivos ao empresariado que superam R$ 600 bilhões ao ano. Revisar benefícios pouco eficientes pode abrir espaço para equilíbrio com mais justiça e produtividade.

4
Business
B
Business @business • 1h

O ponto otimista é que responsabilidade fiscal e crescimento não precisam ser rivais. Um plano crível pode combinar controle de gastos ineficientes, revisão de subsídios, investimento produtivo e proteção de serviços essenciais. Estabilidade duradoura nasce de contas sustentáveis e economia vibrante.

Imagem do post
4
E aí, o que você achou?

Comentários 0