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Resumo em 10 segundos

Possível dança das cadeiras nos bancos públicos mistura resultado financeiro, articulação política e crédito para milhões de brasileiros. 🏦🧵

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O governo Lula já avalia mudanças no comando de bancos públicos — e a principal delas pode ser no Banco do Brasil. 🏦 Tarciana Medeiros, presidente do BB desde 2023, deve deixar o cargo, segundo integrantes do Executivo. 🧵

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A saída ainda não foi anunciada oficialmente, mas, nos bastidores, é tratada como praticamente certa. Tarciana é próxima de Janja e pode ser direcionada para uma pasta da área social. O BB, procurado, não comentou.

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O pano de fundo é financeiro: o BB lucrou R$ 20,7 bilhões em 2025, uma queda de 45,4% ante 2024, quando registrou o maior resultado de sua história. Ainda é muito dinheiro, claro — mas a piora acendeu alerta no governo.

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Pesaram a inadimplência no agronegócio e novas regras contábeis. No 1º semestre de 2026, o lucro ajustado foi de R$ 7,3 bilhões, 34% abaixo do mesmo período anterior. Em maio, o banco também reduziu sua projeção anual de lucro.

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Na Caixa, Carlos Vieira também entrou no radar. Ele está no posto há quase 3 anos e foi indicado por Arthur Lira. Lula avalia bem sua gestão, mas a permanência dependeria de uma indicação diretamente ligada ao presidente.

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Isso mostra por que Banco do Brasil e Caixa são tão estratégicos: além de gigantes financeiros, definem crédito para empresas, habitação, agricultura e políticas públicas. Trocas precisam olhar resultado, sim, mas também competência e continuidade para quem depende desses serviços.

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Já Petrobras e Correios tendem a manter suas presidentas e presidentes, segundo a apuração. Nos Correios, Emmanoel Schmidt Rondon segue tocando a reestruturação; na Petrobras, Magda Chambriard deve permanecer. O recado: a disputa maior está mesmo nos bancos públicos.

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