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Resumo em 10 segundos

A combinação de tratamento inovador no SUS, diagnóstico ampliado e cuidado nos territórios está mudando o cenário da malária no país. 🦟💊

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O Brasil registrou o menor número de casos de malária desde 1978! 🦟💊 Em 2025, foram 118.037 infecções contraídas no país — queda de 15% em um ano. A expansão do cuidado no SUS tem tudo a ver com esse avanço. 🧵

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As mortes também caíram: de 56, em 2024, para 39, em 2025 — redução de 30%. Os casos da forma grave da doença recuaram 30,7%. É resultado de diagnóstico mais acessível, mais testes e tratamento no momento certo.

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Uma peça-chave é a tafenoquina, ofertada pelo SUS desde 2024. Em dose única e com ação prolongada, ela ajuda a prevenir recaídas da malária — especialmente importante para interromper ciclos de adoecimento e novas transmissões.

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Mais de 33,7 mil pessoas já receberam o medicamento até junho de 2026. A inovação também chegou às crianças: desde março, há formulação para pacientes a partir de 2 anos e 10 kg; 1.446 crianças e adolescentes já foram tratados.

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O impacto aparece com força no DSEI Yanomami: 1.515 pessoas receberam tafenoquina. Entre março e junho de 2026, as recaídas caíram 61,9% ante o mesmo período de 2025. Levar cuidado contínuo aos territórios faz diferença real.

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A meta agora é ainda maior: reduzir ou eliminar a malária como problema de saúde pública até 2030. Quando ciência, SUS e equipes locais trabalham juntos, um tratamento pode significar menos recaídas, menos internações e mais vidas protegidas.

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